Planejamento Financeiro: Como conquistar a sua independência financeira

Desde a infância, as pessoas estão sempre questionando como vão ganhar dinheiro ou quais profissões oferecem melhores salários, mas pouco falam ou ensinam sobre a importância de poupar e praticar o consumo inteligente. Com essa formação é que muitos chegam à fase adulta colocando a independência financeira como um sonho difícil de ser conquistado.

O primeiro erro está aí: achar que essa é uma missão impossível de ser concluída. Organizar as finanças e criar uma estratégia para crescimento patrimonial não precisa ser complicado, basta ter um pouco de organização e cuidados.

Neste post, falaremos sobre algumas dicas para a independência financeira e estratégias para driblar atitudes que podem boicotar seu objetivo. Acompanhe!

1. Não planejar a independência financeira

Planejar deve ser o ponto inicial de qualquer jornada financeira. É preciso saber a situação atual, determinar metas intermediárias e de longo prazo e, a partir disso, estabelecer quais ações precisam ser realizadas em cada etapa.

Também é fundamental considerar quais são os possíveis percalços que podem acontecer e escolher soluções que podem ajudar a evitá-los ou combatê-los. Um profissional liberal, por exemplo, não tem benefícios garantidos como aqueles que trabalham em regime CLT.

Sendo assim, precisa contratar serviços e produtos para que seu desempenho de trabalho não seja comprometido, como um seguro de vida, um plano de saúde e, até mesmo, um investimento com liquidez que possa ser seu equivalente ao décimo terceiro.

Reconhecer os problemas atuais e saber como quer evoluir financeiramente no curto e longo prazo também garante que os investimentos a serem realizados sejam bem pensados e estratégicos, e não movidos por impulso ou sentimentos de recompensa.

Isso é muito comum quando acontecem frustrações no trabalho e o profissional escolhe comprar algo ou trocar de carro para recompensar sua tristeza.

2. Desconhecer a necessidade de ter uma reserva emergencial e para o futuro

Dentre os investimentos necessários para uma independência financeira, estão a reserva emergencial, para crescimento patrimonial e aposentadoria.

Com um estudo detalhado de quais aplicações e produtos de investimento escolher, é possível criar uma reserva para situações emergenciais, para a aquisição de um bem substancial e, ainda, para garantir a tranquilidade da aposentadoria, como uma previdência privada.

3. Achar que investimentos são para quem tem grandes montantes acumulados

De acordo com o tópico anterior, portanto, fica claro que, para ter uma independência financeira, é preciso investir desde os primeiros ganhos, sejam eles provenientes de heranças, salários ou, até mesmo, mesadas, afinal de contas, o hábito deve ser cultivado desde cedo.

Alguns especialistas sugerem a aplicação de 30% do patrimônio em algum tipo de investimento, seja para a reserva emergencial, seja para gastos futuros. Isso significa dizer que não é preciso esperar ter um salário alto para começar a poupar.

4. Não ter controle sobre as finanças pessoais

Com essas primeiras dicas, é possível organizar e fazer com que os ganhos sejam otimizados com a remuneração dos investimentos certos, mas a outra frente de atuação, aquela que é pouco ensinada na infância, precisa ganhar força para que seja possível conquistar a independência financeira.

Ou seja, é preciso ter controle dos gastos. Comprar indiscriminadamente, sem que as aquisições sejam realmente necessárias ou ligadas ao planejamento financeiro, é um dos erros mais fatais. Por isso, faça anotações, crie uma planilha ou utilize aplicativos de controle de despesas.

5. Deixar seu patrimônio desprotegido

Tudo aquilo que é adquirido precisa ser protegido, e isso vale tanto para bens materiais como para suas finanças. Nesses casos, investir em um seguro patrimonial ou de automóvel pode evitar que suas conquistas não sejam perdidas por situações adversas, como um roubo.

Para as finanças, a proteção está em escolher as melhores opções de investimento, aquelas que estão de acordo com seus objetivos e com o perfil investidor.

Uma pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens (CNC), divulgada em julho, mostra que 58,6% das famílias estavam endividadas, o que mostra que a independência financeira não é um objetivo apenas de jovens que estão ingressando no mercado de trabalho, mas de todos aqueles que precisam controlar suas finanças.

A matemática para isso é simples: gastar menos do que se ganha, poupar e manter o patrimônio adquirido em segurança. Lembrou de alguém que precisa dessas dicas? Então, compartilhe agora mesmo nosso artigo em suas redes sociais!